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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Video Michael Jackson Black or White

O aluno Vinicius Moreira do 8º ano K, montou um vídeo no software Movie Maker no laboratório de Informática para a comemoração do dia da Consciência Negra.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Convite para o Dia da Consciência Negra

 A escola Ramão convida à todos pais, amigos comunidade em geral, para celebrarmos juntos o Dia da Consciência Negra que será dia 20 de novembro às 8 hs. Essa data é muito importante, as apresentações realizadas na escola dará uma introdução da história, cultura e religião de nosso país.



Conscientização da Data Consciência Negra

Os alunos do 5º ano F, pesquisaram na internet o significado da Data, conhecendo o grande personagem histórico que lutou pelos negros, defendendo seu povo com  dignidade.

             Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
dia da consciência negra

Apresentação no PowerPoint

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Gilberto Gil

Os alunos do 4º ano E, acessaram o site do grande músico e político brasileiro
Gilberto Gil. Cantaram a música "A Paz", representando a união das raças.
Para entender um pouco mais de sua história, os alunos pesquisaram como o cantor
passou por um período repressivo.

Exílio

Caetano Veloso e Gilberto Gil, líderes do tropicalismo, também estavam entre aqueles
que tiveram cerceadas suas carreiras no Brasil, em seu período mais repressivo.
Através de músicas de protesto e do próprio tropicalismo, lançaram a semente da
conscientização e agitaram a opinião pública, sendo então enquadrados na lei de
segurança nacional e expulsos do país. Seguiram para Londres, onde, segundo alguns
fãs, viveram uma de suas melhores fases, no setor artístico. Compondo em inglês,
conquistaram facilmente o público europeu; livres da influência da repressão, puderam
deixar fluir em suas composições toda liberdade de expressão a que tinham direito.
Somente retornariam ao solo pátrio, em 1972. Apresentando-se no programa Som Livre
Exportação, declararam publicamente que continuariam trabalhando em prol da música
popular brasileira.

Música: A paz

A paz invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais
A paz fez um mar da revolução
Invadir meu destino; A paz
Como aquela grande explosão
Uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão da paz
Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz
Eu vim
Vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos "ais"
Endereço do site Gilberto Gil

http://www.gilbertogil.com.br/

Profª Cláudia

História da paçoca

No Brasil Colônia, ainda no ciclo econômico da cana-de-açúcar, as regiões mais distantes do litoral do País começaram a ser colonizadas a partir de um decreto do rei de Portugal que proibia a criação de gado perto dos canaviais, o que levava os criadores cada vez mais para o Norte e Nordeste do País. Os colonizadores e mesmo os escravos, mestiços e outros que se propunham a desvendar as regiões ainda não conhecidas, necessitavam levar algum tipo de alimentação pronta. Nos outros ciclos econômicos não foi diferente, como por exemplo, no ciclo do ouro, uma vez que para encontrá-lo era preciso seguir o caminho dos rios. Outros exemplos mais recentes foram a criação de Brasília e Tocantins que receberam grandes quantidades de imigrantes de todas as regiões do País.
A culinária teve um capítulo importante nessas épocas, pois com a falta de ingredientes para a preparação de uma boa comida, surgiam as “refeições de viagens”. A criatividade em inventar comidas que satisfizessem a fome e ao mesmo tempo dessem aos viajantes forças para continuar a caminhar, fazia a diferença entre viver e morrer. Em pleno século XXI, dadas às longas distâncias e a situação econômica de pobreza da região Norte e Nordeste, as refeições para viagem continuaram sendo amplamente utilizadas.
Na bruaca ou alforje, uma espécie de bolsa de couro, a farinha de mandioca era um dos principais “utensílios” de viagem.
Para acompanhá-la levava-se carne de gado salgada, seca ao sol e assada. A farinha e a carne eram socadas no pilão e davam origem à conhecida paçoca nordestina ou nortista.

Receita da paçoca


·         IINGREDIENTES
·        1 pacote de amendoim
·        1 lata de leite condensado
·        1 pacote de bolacha maizena moída

MODO DE PREPARO
Colocar em um recipiente as bolachas moídas, o amendoim torrado e moído, 3 colheres de água e o leite condensado
Mexer bem isto vira uma bolota mesmo, (não vai ao fogo)
Aí arrume esta massa em uma travessa sem untar, e vá pressionando bem com uma colher ou com as mãos mesmo
Leve à geladeira por 10 minutos
      Corte em quadradinhos
 Mural

Alunos do 3º ano D
Profª Suely

Poesia

Não importa se somos índios
Não importo se somos negros
Não importa minha cultura
Não importa o que tenho agora

Sou da raça radiante
Tenho alegria apesar da dor
Das senzalas vividas
Do trabalho árduo
Das injustiças cometidas
E do medo de morrer

Mas tive muita esperança
Lutei com respeito
Sonhei com mundo perfeito
Esperei a igualdade
Acreditei num amanhã melhor.

Alunos do 2º ano C
Profª Vivian

Resistência contra a escravidão

Durante todo o período de escravidão houve inúmeros casos de resistência dos escravos, pois estes tentavam conseguir a sua liberdade de uma forma ou de outra. Certos negros quando fugiam, retornavam a propriedade onde era submetido ao trabalho escravo, e matavam os senhores, os familiares do mesmo e os capitães-do-mato. Alguns escravos se suicidavam, pois achavam que essa era a única maneira de obter sua liberdade. No entanto uma das formas mais expressivas de resistência contra a escravidão foi a dos quilombos (aldeias constituídas por escravos fugitivos, os quais podiam viver ali conforme a sua cultura e em liberdade). Formaram-se inúmeros quilombos por todo o território brasileiro, o maior e mais resistente foi o do interior de Alagoas, formado no século XVII: o quilombo de Palmares. Chegou a ter aproximadamente 20.000 habitantes conseguindo resistir durante sessenta anos ao cerco colonialista, no entanto em 1695 foi massacrado pelas forças de Domingos Jorge Velho.

Releitura da História


Profª Francisca
Alunos do 1º Ano.

PROJETO EDUCAÇÃO NÃO TEM COR

“Todo brasileiro, mesmo o alvo, de
cabelo louro, traz na alma, quando
não no corpo, a sombra, ou pelo  menos a pinta, do indígena ou do negro...”
                                        Gilberto Freyre, Casa Grande e Senzala

    O conteúdo foco é a educação voltada para consciência da importância do negro para a constituição e identidade da nação brasileira e principalmente, do respeito à diversidade humana e a abominação do racismo e do preconceito, desenvolvido por meio de um processo educativo do debate, do entorno, buscando nas nossas próprias raízes a herança biológica e/ou cultural trazida pela influência africana.
    A escola Ramão vem comemorar o 20 de novembro – Dia da Consciência negra, dedicando em especial o mês de novembro para debater e refletir sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção de nosso país, estado e comunidade.      
   Com este trabalho espero que a consciência de valorização do ser humano ultrapasse as fronteiras da violência, do preconceito e do racismo.
                             Coordenadora do 1º ao 5º ano - Luci Mary Lorena Godoy


Dramatização Navio Negreiro

Os alunos dos 6º aos 8º anos da EMEF. “Ramão Gomes Portão” apresentarão uma dramatização sobre a vinda dos negros da África para o Brasil no chamado Tráfico Negreiro.
Nos conflitos tribais na África, os derrotados eram feitos prisioneiros e escravizados. E a partir do séc. XV foram transportados para o litoral e negociados com os brancos europeus. As moedas de troca eram tabaco, rum, bugigangas em geral.
Os negros eram transportados nos porões dos navios, sem ventilação, colocados lado a lado e acorrentados. Ali se alimentavam, faziam suas necessidades e dormiam. Eram maltratados o tempo todo, chicoteados, esbofeteados, mal alimentados. Segundo estimativas históricas, cerca de 40% dos negros traficados morriam na viagem. Porém, para os brancos, era um negócio muito lucrativo, chegando à média de 800% de lucro.
Ao chegare no Brasil, os negros recebiam tratamento, como banhos, limpavam suas cabeças e passavam óleo em seus corpos para serem vendidos, leiloados.
Depois de vendidos eram levados para os engenhos de açúcar, minas e mais tarde às fazendas de café, onde se tornavam “as mãos e os pés dos Senhores de Engenho”.
Professores Responsáveis: Kátia (História) e Elza (Português)

Montando o Navio Negreiro

 

Projeto Consciência Negra

Objetivo: Conscientizar nossos alunos da importância de representar todos os seres humanos.
               Resgatar a auto estima, através dos trabalhos em equipe, despertando neles o espírito de liderança.
               Os trabalhos são em formas de poemas, danças e canto.

Poema do Martin Luther King                                    

I have a dream                                                              
That one day this nation will rise up                
And live out the true meaning of its creed:      
"We hold these truths to be self-evident,
 That all men are created equal."                         

I have a dream                                                   
That my four little children                                   
Will one day live in a nation
Where they will not be judget
By the color of their skin
But by the content of their character.

This is our hope.

Eu tenho um sonho                           

 Eu tenho um sonho
 Que um dia essa nação se elevará
 E viverá o verdadeiro significado de sua crença
 Nós celebraremos estas verdades como evidencias por si mesmas
 Que todos os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho
(de) que meus quatro filhos
um dia viverão numa nação
onde eles não serão julgados
pela cor de sua pele
mas pelo conteúdo de seu caráter.

Esta é nossa esperança.       

O poema será recitado pelos alunos Vinicius e Wellington 8 k.
Profº Geraldo Inglês

Ensaio da Música Black or White (Michael Jackson)

Projeto Consciência Negra

Máscaras Africanas

       A utilização de máscaras em cerimoniais é prática comum há milhares de anos na África. As máscaras são de fundamental importância nos rituais, sejam de iniciação, de passagem, ou de evocação de entidades espirituais. As máscaras apresentam-se, também, como elementos de afirmação étnica, expondo características de cada grupo. Assim, existe uma grande diversidade de formas e técnicas de confecção.
Normalmente, a máscara é apenas um dos elementos utilizados nas cerimônias e rituais, havendo a combinação com outras manifestações, como dança, música e instrumentos musicais.
       As máscaras são empregadas, basicamente, em eventos sociais e religiosos. Além de representarem os espíritos ancestrais, em alguns casos objetivam o controle de forças espirituais das comunidades para um determinado fim, sejam estas forças benéficas ou malignas.




Mural: Racismo, Basta



Alunos dos 6º aos 9º anos
Profº Lúcia Educação Artística

Projeto Consciência Negra

POESIA
Negros não é uma coisa
E não é objeto também
Gangorras não servem pra nada
Rústicos petrechos do passado
Obras de fanáticos brancos.

Nem lua, nem sol
Azul no céu se fez cinza
Odor da Terra se fez mel.

A liberdade ecoou
pelos quatro cantos do Brasil
É negro, preto gentil.

Cor, não é lixo
Obras de um semelhante,
Que foi Cristo,
Idênticos semelhantes de Deus
Sofrem, como todos sofrem,
Amam, como todos amam
Sêr suceptível como todos nós.


Alunos do 8º ano K
Profª Verônica