quinta-feira, 18 de novembro de 2010

História da paçoca

No Brasil Colônia, ainda no ciclo econômico da cana-de-açúcar, as regiões mais distantes do litoral do País começaram a ser colonizadas a partir de um decreto do rei de Portugal que proibia a criação de gado perto dos canaviais, o que levava os criadores cada vez mais para o Norte e Nordeste do País. Os colonizadores e mesmo os escravos, mestiços e outros que se propunham a desvendar as regiões ainda não conhecidas, necessitavam levar algum tipo de alimentação pronta. Nos outros ciclos econômicos não foi diferente, como por exemplo, no ciclo do ouro, uma vez que para encontrá-lo era preciso seguir o caminho dos rios. Outros exemplos mais recentes foram a criação de Brasília e Tocantins que receberam grandes quantidades de imigrantes de todas as regiões do País.
A culinária teve um capítulo importante nessas épocas, pois com a falta de ingredientes para a preparação de uma boa comida, surgiam as “refeições de viagens”. A criatividade em inventar comidas que satisfizessem a fome e ao mesmo tempo dessem aos viajantes forças para continuar a caminhar, fazia a diferença entre viver e morrer. Em pleno século XXI, dadas às longas distâncias e a situação econômica de pobreza da região Norte e Nordeste, as refeições para viagem continuaram sendo amplamente utilizadas.
Na bruaca ou alforje, uma espécie de bolsa de couro, a farinha de mandioca era um dos principais “utensílios” de viagem.
Para acompanhá-la levava-se carne de gado salgada, seca ao sol e assada. A farinha e a carne eram socadas no pilão e davam origem à conhecida paçoca nordestina ou nortista.

Receita da paçoca


·         IINGREDIENTES
·        1 pacote de amendoim
·        1 lata de leite condensado
·        1 pacote de bolacha maizena moída

MODO DE PREPARO
Colocar em um recipiente as bolachas moídas, o amendoim torrado e moído, 3 colheres de água e o leite condensado
Mexer bem isto vira uma bolota mesmo, (não vai ao fogo)
Aí arrume esta massa em uma travessa sem untar, e vá pressionando bem com uma colher ou com as mãos mesmo
Leve à geladeira por 10 minutos
      Corte em quadradinhos
 Mural

Alunos do 3º ano D
Profª Suely

Poesia

Não importa se somos índios
Não importo se somos negros
Não importa minha cultura
Não importa o que tenho agora

Sou da raça radiante
Tenho alegria apesar da dor
Das senzalas vividas
Do trabalho árduo
Das injustiças cometidas
E do medo de morrer

Mas tive muita esperança
Lutei com respeito
Sonhei com mundo perfeito
Esperei a igualdade
Acreditei num amanhã melhor.

Alunos do 2º ano C
Profª Vivian

Resistência contra a escravidão

Durante todo o período de escravidão houve inúmeros casos de resistência dos escravos, pois estes tentavam conseguir a sua liberdade de uma forma ou de outra. Certos negros quando fugiam, retornavam a propriedade onde era submetido ao trabalho escravo, e matavam os senhores, os familiares do mesmo e os capitães-do-mato. Alguns escravos se suicidavam, pois achavam que essa era a única maneira de obter sua liberdade. No entanto uma das formas mais expressivas de resistência contra a escravidão foi a dos quilombos (aldeias constituídas por escravos fugitivos, os quais podiam viver ali conforme a sua cultura e em liberdade). Formaram-se inúmeros quilombos por todo o território brasileiro, o maior e mais resistente foi o do interior de Alagoas, formado no século XVII: o quilombo de Palmares. Chegou a ter aproximadamente 20.000 habitantes conseguindo resistir durante sessenta anos ao cerco colonialista, no entanto em 1695 foi massacrado pelas forças de Domingos Jorge Velho.

Releitura da História


Profª Francisca
Alunos do 1º Ano.

PROJETO EDUCAÇÃO NÃO TEM COR

“Todo brasileiro, mesmo o alvo, de
cabelo louro, traz na alma, quando
não no corpo, a sombra, ou pelo  menos a pinta, do indígena ou do negro...”
                                        Gilberto Freyre, Casa Grande e Senzala

    O conteúdo foco é a educação voltada para consciência da importância do negro para a constituição e identidade da nação brasileira e principalmente, do respeito à diversidade humana e a abominação do racismo e do preconceito, desenvolvido por meio de um processo educativo do debate, do entorno, buscando nas nossas próprias raízes a herança biológica e/ou cultural trazida pela influência africana.
    A escola Ramão vem comemorar o 20 de novembro – Dia da Consciência negra, dedicando em especial o mês de novembro para debater e refletir sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção de nosso país, estado e comunidade.      
   Com este trabalho espero que a consciência de valorização do ser humano ultrapasse as fronteiras da violência, do preconceito e do racismo.
                             Coordenadora do 1º ao 5º ano - Luci Mary Lorena Godoy


Dramatização Navio Negreiro

Os alunos dos 6º aos 8º anos da EMEF. “Ramão Gomes Portão” apresentarão uma dramatização sobre a vinda dos negros da África para o Brasil no chamado Tráfico Negreiro.
Nos conflitos tribais na África, os derrotados eram feitos prisioneiros e escravizados. E a partir do séc. XV foram transportados para o litoral e negociados com os brancos europeus. As moedas de troca eram tabaco, rum, bugigangas em geral.
Os negros eram transportados nos porões dos navios, sem ventilação, colocados lado a lado e acorrentados. Ali se alimentavam, faziam suas necessidades e dormiam. Eram maltratados o tempo todo, chicoteados, esbofeteados, mal alimentados. Segundo estimativas históricas, cerca de 40% dos negros traficados morriam na viagem. Porém, para os brancos, era um negócio muito lucrativo, chegando à média de 800% de lucro.
Ao chegare no Brasil, os negros recebiam tratamento, como banhos, limpavam suas cabeças e passavam óleo em seus corpos para serem vendidos, leiloados.
Depois de vendidos eram levados para os engenhos de açúcar, minas e mais tarde às fazendas de café, onde se tornavam “as mãos e os pés dos Senhores de Engenho”.
Professores Responsáveis: Kátia (História) e Elza (Português)

Montando o Navio Negreiro

 

Projeto Consciência Negra

Objetivo: Conscientizar nossos alunos da importância de representar todos os seres humanos.
               Resgatar a auto estima, através dos trabalhos em equipe, despertando neles o espírito de liderança.
               Os trabalhos são em formas de poemas, danças e canto.

Poema do Martin Luther King                                    

I have a dream                                                              
That one day this nation will rise up                
And live out the true meaning of its creed:      
"We hold these truths to be self-evident,
 That all men are created equal."                         

I have a dream                                                   
That my four little children                                   
Will one day live in a nation
Where they will not be judget
By the color of their skin
But by the content of their character.

This is our hope.

Eu tenho um sonho                           

 Eu tenho um sonho
 Que um dia essa nação se elevará
 E viverá o verdadeiro significado de sua crença
 Nós celebraremos estas verdades como evidencias por si mesmas
 Que todos os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho
(de) que meus quatro filhos
um dia viverão numa nação
onde eles não serão julgados
pela cor de sua pele
mas pelo conteúdo de seu caráter.

Esta é nossa esperança.       

O poema será recitado pelos alunos Vinicius e Wellington 8 k.
Profº Geraldo Inglês

Ensaio da Música Black or White (Michael Jackson)

Projeto Consciência Negra

Máscaras Africanas

       A utilização de máscaras em cerimoniais é prática comum há milhares de anos na África. As máscaras são de fundamental importância nos rituais, sejam de iniciação, de passagem, ou de evocação de entidades espirituais. As máscaras apresentam-se, também, como elementos de afirmação étnica, expondo características de cada grupo. Assim, existe uma grande diversidade de formas e técnicas de confecção.
Normalmente, a máscara é apenas um dos elementos utilizados nas cerimônias e rituais, havendo a combinação com outras manifestações, como dança, música e instrumentos musicais.
       As máscaras são empregadas, basicamente, em eventos sociais e religiosos. Além de representarem os espíritos ancestrais, em alguns casos objetivam o controle de forças espirituais das comunidades para um determinado fim, sejam estas forças benéficas ou malignas.




Mural: Racismo, Basta



Alunos dos 6º aos 9º anos
Profº Lúcia Educação Artística

Projeto Consciência Negra

POESIA
Negros não é uma coisa
E não é objeto também
Gangorras não servem pra nada
Rústicos petrechos do passado
Obras de fanáticos brancos.

Nem lua, nem sol
Azul no céu se fez cinza
Odor da Terra se fez mel.

A liberdade ecoou
pelos quatro cantos do Brasil
É negro, preto gentil.

Cor, não é lixo
Obras de um semelhante,
Que foi Cristo,
Idênticos semelhantes de Deus
Sofrem, como todos sofrem,
Amam, como todos amam
Sêr suceptível como todos nós.


Alunos do 8º ano K
Profª Verônica

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Projeto Livro Vivo da Editora Paulus

A escola EMEF "Ramão Gomes Portão", participou do projeto concurso literário de poesia, a primeira etapa foi a formação de professores no mês de agosto na cidade de Cachoeira Paulista. A segunda etapa foi a participaçãodo dos alunos do 5º ano F.

Poesia da aluna Sabrina  Helena da Silva Vitoriano

A chuva

A chuva vem
Para nos ajudar
Quando queremos
Ela não está

Ela serve, na seca
Atrás da cerca
Para os frutos
Que plantamos
E que todos nós usamos.

Na plantação de uva
Sempre precisamos da chuva
Com vento, com frio ou até sem luva.

sábado, 6 de novembro de 2010

Projeto Basquete

Leitura em voz alta

A leitura diária na Escola Ramão é feita de maneira DIFERENTE.
Nossos professores fazem essa leitura na hora da entrada e todas as crianças participam


Feira Verde

Reciclagem - Texto coletivo

                                                  BILBOQUE DE GARRAFA PET

1 GARRAFA PET
PEDAÇO DE BARBANTE
JORNAL (1 FOLHA)

MODO DE FAZER:
CORTE A PARTE DE CIMA DA GARRAFA.
FAÇA UMA BOLINHA DE JORNAL
AMARRE O BARBANTE
PRENDA O BARBANTE NA TAMPA DE GARRAFA

Autores: LAISA E ISABELY - 1º ANO A 


BOLA DE MEIA


UMA MEIA
AMASSE O JORNAL
COLOQUE DENTRO DA MEIA;
ENROLE VARIAS VEZES
E PODE COSTURAR SE QUISER.

Autores: LUCAS RAFAEL - 1º ANO A



PÉ DE LATA


2 LATAS,CORDA
1 PREGO

MODO DE FAZER:
FAÇA 2  FUROS NA LATA
COLOQUE CORDA NO BURACO E AMARRE.
WELLINGTON  E  JOÃO GABRIEL - 1º ANO A

Autores: ALUNOS DO 1º ANO A




FILTRO

Os filtros de areia são feitos para 
tirar as impurezas da água, quando a água suja
passa por diferentes objetos a sujeira fica no
meio do caminho e a água sai limpa.

Autores: MARIA EDUARDA 2º ano B




CARTEIRA DE CAIXA DE LEITE

    A professora Suely falou que vamos fazer uma carteira para exposição da Feira Verde.
A professora fez um cartaz e nós lemos:
Material:
- 1 caixa de leite vazia e limpa
- 2 pedaços de tecido estampado
- 1 m de véu preto
- botão grande
- 30 cm de elástico rendado e preto
- cola instantânea
- cola para tecido
- cola branca
- tesoura
- linha branca
- agulha-grossa

Como fazer:
Abra a caixa de leite e limpe-a bem.
Com a cola de tecido, grude um pedaço de pano estampado. Corte as sobras, deixando o pano frente à caixa.
Dobre tudo no retângulo, sem marcar muito.
Arredonde as pontas de apenas um dos lados. Abra o retângulo novamente.
Agora dobre a peça no sentido do lado menor. Forme a bolsa, deixando duas partes do mesmo tamanho e a ponta arredondada por cima.
No centro da parte redondada, faça um furo com a tesoura.
Use a cola de tecido para arrematar as bordas com os véus pretos, lace as duas pontas do elástico dentro do furo. Faça um nó grosso do lado de dentro.
Do outro lado, costure um botão grande em cima do furo do elástico.
Gostamos muito de fazer a carteira. Ela ficou linda!

Autores: Alunos do 3º Ano D





MAQUETE DO TRÂNSITO

    Nós alunos do 4º ano E fizemos uma maquete de trânsito para construí-la nós usamos materiais recicláveis.
    A professora fez uma lista de meios de transportes e cada aluno escolheu o que queria fazer.
    Fizemos caminhões, carros, aviões, bicicleta, moto, ônibus, charrete, carroça, barco, e trem.
    Para a base da maquete utilizamos uma lousa usada, a professora encapou a lousa e nós desenhamos a avenida, a ciclovia, a faixa de pedestre, o rio e a ponte. Em seguida pintamos com tinta o que nós desenhamos, fizemos placas com copo descartável e as ferrovias com canudinhos, colamos tudo na maquete.                      
Ficou muito linda, foi divertido fazer a maquete.

Autores: Alunos do 4º Ano E




SABÃO CASEIRO

Ingredientes:

500g de soda cáustica Yara (ou outra marca)
2 litros óleo (usado);
1 litro de água quente;
Pinho sol (metade do pequeno)
5 ML de essência aromatizante (facultativo)

Instruções:

Dissolver a soda cáustica em ½ L de água quente
Adicionar lentamente as duas soluções ao óleo
Mexer por 20 minutos
Adicionar a essência aromatizante
Despejar em formas
Desenformar no dia seguinte.

Autores: Alunos do 5º ano F




VASSOURA DE GARRAFA PET
  
    A PROFESSORA LUCI MARY, COORDENADORA, TROUXE PARA SALA DE AULA, DEZOITO  GARRAFAS PET, PARA  FAZERMOS  UMA  VASSOURA .
LAVAMOS, CORTAMOS E ENXUGAMOS AS GARRAFAS E DEPOIS CORTAMOS EM TIRINHAS.
    APÓS, CORTARMOS AS GARRAFAS, A PROFESSORA FOI COLOCANDO UMA GARRAFA DENTRO DA OUTRA, FUROU-AS E AMARROU NELAS UM ARAME.
POR ÚLTIMO, FICOU DE COLOCAR O CABO ONDE AS ALUNAS MILENA E MARIA DE LOURDES FICARAM RESPONSÁVEIS DE TRAZER O CABO DE VASSOURA.

Autores: ALUNOS DO PIC






sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Brincar e o Meio Ambiente

     Através do brincar, a criança pode desenvolver sua coordenação motora, suas habilidades visuais e auditivas, seu raciocínio criativo e inteligência. Está comprovado que a criança que não tem grandes oportunidades de brincar e com quem os pais raramente brincam sofrem bloqueios e rupturas em seus processos mentais.
       Vamos aproveitar e começar a fabricar os nossos próprios brinquedos fazendo o reaproveitamento do lixo. Vamos Reciclar. 
       Reciclar também é brincar. Nosso 1º ano trabalhou diferentes oficinas de jogos e brincadeiras utilizando apenas RECICLAGEM.

Momento de Colheita

    Ontem, 04 de novembro aconteceu a primeira colheita da Horta.
    Os alunos do 7º I colheram cabeças de alface lisa e o 7º J cabeças de alface crespa.
    Foi uma manhã de muita alegria, pois, os alunos estão colhendo o que plantaram.
    O aluno Maicon e o aluno João Vitor disseram que aprenderam muito e o depoimento de ambos foi filmado e estará no Forum de Educação Ambiental que acontecerá nos dias 09, 10, 11 e 12 de novembro.
    Estes depoimentos e muitos outros estarão no blog a partir de 18 de novembro.
    

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Homenagem ao Dia dos Professores

Alunas do 7º ano I Rafaela, Amanda, Gabriele e Júlia.
Fizemos uma pequena homenagem para todos os professores, mas principalmente para os nossos professores que sempre estão nos ajudando e  nos aconselhando.
Sempre tendo paciência conosco, sempre enfrentando barreiras, estão presentes na hora das nossas angústias, dando amor e carinho para cada um de nós.
Queremos agradecer pelos passeios e festas organizados por vocês e dizer que nunca  desistam dos seus sonhos. Lutem, enfrentem barreiras, pois na vida sempre tem isso. Nunca desistam, pois  são e sempre serão vencedores.
Desde já queremos desejar um Feliz Dia dos Professores para todos.
PARABÉNS!


Relatório do passeio ao zoológico

            Dando continuidade ao projeto meio ambiente, oitenta alunos dos 6º aos 9º anos da nossa escola, acompanhados da coordenadora professora Luciane, de três professores (Elza, Vânia e Luis Guilherme) e de quatro funcionários (Magali, Regina, Sheila e Guilherme) tiveram oportunidade de conhecer a diversidade da fauna e da flora brasileira no zoológico de São Paulo, o maior zoológico do Brasil.
            A excursão aconteceu no dia 05 de outubro com saída em dois ônibus requisitados pela diretora professora Luzia Gama e fretados pela prefeitura Municipal de Guaratinguetá da Viação VALETUR da cidade de Potim, com saída da escola às 7h 30 min. Todos foram orientados pela diretora sobre a conduta que deveriam ter durante a viagem, no local do passeio e quanto à alimentação.
           A viagem foi tranquila. Os motoristas fizeram uma parada de 15 minutos no rancho Pamonha, na cidade de Santa Isabel e depois seguiram direto para o zoológico, chegando lá às 11h 50 minutos.
           Foi uma atividade prazerosa e interessante, pois o zoológico de São Paulo fica localizado ao sul da cidade de São Paulo com uma área aproximada de 900.000 metros quadrados coberta pela Mata Atlântica original, com 4 km de alamedas, aloja as nascentes do riacho Ipiranga e abriga 3.500 animais das mais variadas espécies.
           Apesar de cansativo, pois o passeio exige caminhadas, os alunos visualizaram animais, antes só conhecidos através de livros, filmes e internet, e ficaram sabendo sobre eles porque seus nomes científicos, suas origens e suas alimentações estão dispostos nas placas informativas.
         Os alunos ficaram encantados com vários animais, como os macacos (bichos simpáticos que pareciam até posar para as câmeras fotográficas), as aves coloridas, os felinos, as cobras de várias espécies e muitos outros.
         Acharam interessante, também, o sauveiro que mostra como vivem as formigas embaixo da terra, tudo explicado por um biólogo.
         Alguns mais curiosos obtiveram informações dos seguranças do parque, como o Samuel, aluno do 7º ano I, que ficou sabendo que há animais que passeiam pelo parque à noite e que duas girafas estavam isoladas porque estão prenhes e, se ficarem expostas, podem se estressar com os visitantes.
         A aluna Milena, do 8º ano K, ficou sabendo por um outro segurança que existem passeios noturnos oferecidos pela Fundação Parque Zoológico de São Paulo em que os visitantes podem observar e conhecer melhor as várias espécies de animais que se encontram menos ativos durante o dia já que, na natureza, realizam suas principais atividades à noite. Além disso, alguns animais da fauna nativa, como gambás, corujas e morcegos também podem ser avistados passeando livres pelo parque e que animais de hábitos diurnos, como macacos e girafas, curiosamente, saem para ver o que está acontecendo.
         O que observaram, também, é que muitos bichos estão sozinhos sem nenhum animal da sua espécie, pois são espécies em extinção.
         Nossa turma permaneceu no parque até às 16 h, seguindo para os ônibus que iniciaram a viagem de volta, fazendo uma pequena parada no Rancho da Pamonha, em Santa Isabel e chegando na escola às 20h 45m, onde a diretora, pais, mães e irmãos nos esperavam.
        O objetivo do nosso trabalho foi alcançado, pois os alunos perceberam o quanto a natureza é bela e que devemos preservá-la e acabar com os problemas ambientais que afetam os ecossistemas brasileiros: a caça, o desmatamento, a poluição e as queimadas que tanto têm prejudicado a fauna e a flora do nosso país.

Redação: O Meio Ambiente

A saúde, a felicidade e a própria sobrevivência dos nossos filhos de amanhã dependerão das nossas atividades de hoje.
“A espécie humana sobreviverá se soubermos ensinar às crianças a respeitarem a natureza e a conservarem o ambiente que propicia a vida”.
Aluno Wallace 6º ano H

Replantio das árvores com apoio da Secretaria de Agricultura

Os alunos da escola EMEF Ramão Gomes Portão, com o apoio da Secretaria de Agricultura fizeram o replantio das árvores da frente da escola ao som de música e poemas.

Projeto Basquete por Excelência

O Projeto Basquete por Excelência traz Hortência a Guaratinguetá e a Escola Ramão Gomes Portão marca presença no Itaguará com a maior equipe de alunos.

A Band premia aluno da Rede Municipal da EMEF Ramão Gomes Portão

O aluno Vinicius Moreira do 8º ano K foi premiado com o melhor desenho sobre Meio Ambiente no Projeto: “Rio Vivo” promovido pela BAND CIDADE.


A Band Cidade promoveu um concurso de desenho do “Projeto Rio Vivo”, tamanha foi minha surpresa quando soube que dentre 498 desenhos eu, Vinícius Moreira, aluno do 8º ano K da escola EMEF “Ramão Gomes Portão” fiquei em 1º lugar.
Quando fiquei sabendo que ganhei fiquei muito feliz.
Entrei no site da Band peguei o telefone da emissora e passei para a D. Luzia, diretora da minha escola, que imediatamente entrou em contato com a promotora do evento e no mesmo dia a D. Luzia me ligou falando o dia e o lugar para eu receber meu prêmio.
No dia 29 de setembro eu, minha mãe, meu irmão Vitor, meu amigo Kevin, minha profª. Lúcia, a D. Luzia e coordenadora Luciane fomos à Taubaté na TV Band receber o prêmio.
Chegando lá fomos bem recepcionados, conhecemos a emissora e o seu funcionamento e depois fomos para entrega dos prêmios e a entrevista.
Quando terminou a entrevista, tinha um banquete a nossa espera.
Tudo foi muito gratificante.


Verde do Futuro

Alunos da EMEF Ramão Gomes Portão alimentam o verde do Futuro.

Cortina com folhas de revistas

Na disciplina de Matemática, nós alunos do 7º ano I fizemos uma cortina com folhas de revistas.
Iniciamos assim: pegamos folhas de revistas, cortamos cada uma em quatro partes iguais no sentido do comprimento e, com o auxilio de uma caneta, fizemos rolinhos. Em seguida amarramos vinte rolinhos em um barbante, fazendo assim com todos eles e amarramos em um cabo de vassoura.
Este trabalho, além de mostrar sobre a importância da reciclagem, ensinou-nos que o trabalho para ficar bonito precisa ser bem medido.

Profª responsável: Luciana Matemática

Trabalho em cascas de árvores

Nós alunos do 7º ano I e 7º ano, na disciplina de Português, escrevemos versos de poetas brasileiros em cascas de árvore doadas pela madeireira Mantiqueira, aqui de Guaratinguetá.
Os trabalhos que foram realizados com tintas preparadas pelos alunos do 8º ano L e tinta guache nas árvores da escola.
Com isso pretendemos mostrar que a natureza, além de nos fornecer tudo o que precisamos para viver (água, alimento, ar puro), ainda nos encanta com sua beleza, servindo de fonte inspiradora para pintores e escritores.


Profª responsável: Elza Português

FEIRA VERDE

Tinta Natural de Terra
Vantagens:
90% mais barata;
  • Resgata os costumes pré-históricos;
  • Baixo impacto ambiental;
  • Antialérgica;
  • Não possui odor.
Receita:
Um recipiente para armazenar a tinta;
  • Um balde para fazer a mistura;
  • Peneira;
  • Algo para misturar;
  • Uma garrafa PET cortada ao meio para medir;
  • 70% de terra;
  • 50% de água;
  • 10% de cola branca.
  • Misture a água e a cola e jogue na terra, fazendo a mistura. Dê a textura que desejar acrescentando mais terra ou diminuindo.
UM BREVE HISTÓRICO DA TINTA:
Há alguns séculos, o termo”tinta natural” não existia, pois toda tinta provinha da manipulação de elementos naturais e aquilo era simplesmente “tinta”. A distribuição entre tinta natural e artificial só viria a ser feita por volta de 1856 quando se obteve uma tinta feita somente por compostos químicos manipulados em laboratórios, ou seja, a tinta industrializada.
As primeiras tintas que temos noticias são das pinturas pré-históricas feitas em cavernas (30.000 – 8.000 a.C.). Foram feitas utilizando-se terras coloridas, pó de rocha, carvão vegetal e colas vegetais e animais. Como as terras e rochas são pigmentos altamente duráveis e as pinturas estavam protegidas das ações do tempo, elas conservaram-se até hoje.
Cerca de quatro mil anos atrás, havia poucos corantes e estes eram muito caros.Alguns corantes de que se tem noticia naquela época eram o azul índigo ou anil (retirado da planta Indigofera tinctoria), o vermelho provinha da raiz da Rubia tintorium, chamada de ruiva dos tintureiros por ser usada pelos mesmos (na pintura artística, esta cor ficou conhecida como alizarina), o violeta era obtido a partir de moluscos (Murex trunculis e Murex brandaris). Este era um corante caro devido à alta quantidade necessária de moluscos para produzir tinta: dez mil moluscos equivaliam a um grama de cor (por volta de 1300 d. C. , estes moluscos entram em extinção e a cor então passa a ser retirada de um líquen).

Profª responsável: Kátia História

FOLCLORE

Relatório das tabelas e gráficos

Os alunos do 9º N com a professora Vânia de Informática pesquisaram os alimentos folclóricos, suas proteínas e calorias. A importância, dessa pesquisa foi para a aprendizagem dos alunos, que descobrissem um pouco mais sobre os alimentos folclóricos.
Para que as pessoas tenham base das calorias e proteínas dos alimentos, que comem nos dias festivos. Os alunos colocaram em exposição os gráficos e tabelas.
Juntamente com a professora Waléria.
 Professora Responsável pela pesquisa: Vânia
Professora responsável pelo pedido do Trabalho: Waléria Matemática

Video da Apresentação do Folclore


INFORMÁTICA

A implantação deste projeto tem sido muito positiva, gerando grandes avanços no processo ensino-aprendizagem. A professora Vânia Aparecida de Oliveira tem trabalhado de forma dinâmica, inovadora auxiliando os professores de outras disciplinas a fim de tornar a matéria mais atraente e produtiva. Tem colaborado também em grande parte com os projetos propostos e/ou desenvolvidos pela escola e também no processo de alfabetização daqueles que necessitam de auxilio e um trabalho diferenciado.
      Coordenadora Luciane


Projetos desenvolvidos

Semente do Amanhã – como meta para o bimestre temos a continuidade o Projeto “Reciclagem do Lixo” – tal projeto tem sido desenvolvido desde o ciclo I ao Ciclo IV, partindo  da conscientização ao processo de reciclagem, com o intuito de implantar em nossos alunos a consciência de que são agentes transformadores do espaço onde vivem e que nossas atitudes de HOJE podem gerar conseqüências tanto positivas quanto negativas no FUTURO;
“Projeto Horta na Escola” – será desenvolvido neste bimestre na escola de uma maneira transdisciplinar, abrangendo desde o Ciclo I ao IV, temos como objetivo o início de uma horta, desde o preparo do terreno, a aplicação do adubo orgânico; a implantação de algumas mudas, tais como (erva-doce, salsão, salsinha, manjericão, arnica e arruda) até atingirmos a medicina caseira (erva-cidreira; boldo; losna, hortelã);
ReAção
O projeto tem sido trabalhado pelos professores de forma a atender os alunos desde o ciclo I ao ciclo IV. As experiências, à medida do possível, têm sido adequadas à realidade da classe e/ou escola, mas cabe ressaltar que tal trabalho tem gerado certa insegurança por parte dos professores, uma vez que a escola não dispõe de um professor multiplicador e os professores aplicadores aguardam modelos e dicas de experiências a serem trabalhadas.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Desafio: Meme Literário

Vi esse Meme literário no http://aindatemsolucao.spaceblog.com.br/278758/Desafio-Meme-Literario/ , achei super interessante as regras, que estão abaixo:

Vamos às Regras:1. Agarrar o livro mais próximo.
2. Abrir na página 160.
3. Procurar a 5ª frase completa.
4. Colocar a frase no blog.
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro!!!
(Utilizar, mesmo, o livro que estiver mais próximo.)
6. Passar a 10 pessoas.
Vamos lá:
Livro: Matemática - projeto Pitanguá
Página 160 diz: Por que a Rita trocou a cédula de 100 reais pelas cédulas de 10 reais?
Repasso para as seguintes pessoas:
1. http://artedeensinarcomamor.blogspot.com/
2 http://alieteteam09.blogspot.com/
3 http://escolaalcinanovaes.blogspot.com/
4 http://escolacaloi.blogspot.com/
5 http://escoladeosdete.blogspot.com/
6 http://escolafernandoalencarpinto.blogspot.com/
7 http://escolajoaomendes.blogspot.com/
8 http://escolabrocameirelles.blogspot.com/
9 http://escolamariajulia.blogspot.com/
10 http://escolavirgiliorosas.blogspot.com/
Não deixe de participar!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

MEIO AMBIENTE

    Você sabia que o RIO PARDO nasce de uma pequena mina, de águas límpidas, na Serra do Cervo, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira, município de Ipuiuna no estado de Minas Gerais. 
    Faça como os alunos do 1º e 2º anos. Assista o vídeo e aprenda muito mais.
   
   

ESCOLA INCLUSIVA

    Nesta semana aconteceu em nossa escola mais uma hora atividade voltada para a Inclusão. 
    A inclusão é uma inovação, cujo sentido tem sido muito distorcido e um movimento muito polemizado pelos mais diferentes segmentos educacionais e sociais. No entanto, inserir alunos com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos no ensino regular nada mais é do que garantir o direito de todos à educação - e assim diz a Constituição !
Todas as crianças são bem - vindas à escola!